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	<title> &#187; duca</title>
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		<title>Duca Tambasco volta ao ramo da produção musical</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 19:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficina G3]]></category>
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		<description><![CDATA[
Duca Tambasco, baixista do Oficina G3, primeiro baixista endorser da Tagima a ter um instrumento signature series lançado em todo o país, acaba de anunciar que atuará também como produtor musical. Duca já gravou 7 álbuns com o Oficina G3, todos discos de ouro, além de vencer o Grammy Latino 2009 com a banda, ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-963" src="http://mgassessoria.net/wp-content/uploads/2010/05/not_270207-duca-grava-solo-025c.jpg" alt="" width="512" height="384" /></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 391px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Duca Tambasco, baixista do Oficina G3, primeiro baixista endorser da Tagima a ter um instrumento signature series lançado em todo o país, acaba de anunciar que atuará também como produtor musical. Duca já gravou 7 álbuns com o Oficina G3, todos discos de ouro, além de vencer o Grammy Latino 2009 com a banda, ter diversos prêmios e apresentações ao vivo de norte a sul do Brasil, além da América Latina, EUA, Europa e Japão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 391px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Depois de 16 anos de experiência em estúdio e resolveu colocar esse conhecimento no mercado. Ele explica que a vontade surgiu pelo desejo de colocar em prática a experiência adquirida na estrada e no estúdio como forma de ser útil para cantores e bandas. Em São Paulo, onde mora, Duca tem parceria com o Estúdio 12, dirigido por Déio Tambasco, que possui equipamentos de ponta e instalações adequadas para todo tipo de produção.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 391px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Foi justamente em conversas sobre produção musical com Déio Tambasco que a idéia de unir forças e conhecimento surgiu. Para trabalhos dentro ou fora de São Paulo, os grupos interessados devem entrar em contato através do email duca@oficinag3.com.br para solicitar orçamento e condições de trabalho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 391px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">www.twitter.com/DucaTambasco</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 391px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">www.myspace.com/ducatambasco (dá um up lá, com release pelo menos, desde 2009 tu nao entra! hehe)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 391px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">www.oficinag3.com.br</div>
<p style="text-align: justify;">Duca Tambasco, baixista do Oficina G3, primeiro baixista endorser da Tagima a ter um instrumento signature series lançado em todo o país, acaba de anunciar que atuará também como produtor musical. Duca já gravou 7 álbuns com o Oficina G3, todos discos de ouro, além de vencer o Grammy Latino 2009 com a banda, ter diversos prêmios e apresentações ao vivo de norte a sul do Brasil, além da América Latina, EUA, Europa e Japão.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 16 anos de experiência em estúdio e resolveu colocar esse conhecimento no mercado. Ele explica que a vontade surgiu pelo desejo de colocar em prática a experiência adquirida na estrada e no estúdio como forma de ser útil para cantores e bandas. Em São Paulo, onde mora, Duca tem parceria com o Estúdio 12, dirigido por Déio Tambasco, que possui equipamentos de ponta e instalações adequadas para todo tipo de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi justamente em conversas sobre produção musical com Déio Tambasco que a idéia de unir forças e conhecimento surgiu. Para trabalhos dentro ou fora de São Paulo, os grupos interessados devem entrar em contato através do email <a href="mailto: duca@oficinag3.com.br" target="_blank">duca@oficinag3.com.br</a> para solicitar orçamento e condições de trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="www.twitter.com/DucaTambasco" target="_blank">www.twitter.com/DucaTambasco</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.oficinag3.com.br" target="_blank">www.oficinag3.com.br</a></p>
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		<title>Oficina G3 &#8211; confira entrevista para o site do Troféu Talento</title>
		<link>http://mgassessoria.net/2009/04/oficina-g3-confira-entrevista-para-o-site-do-trofeu-talento/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 20:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina G3]]></category>
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		<description><![CDATA[

Menos de 10 dias depois do Prêmio Talento 2009 – em que ganharam nas categorias Banda e Álbum Rock –, o grupo Oficina G3 já pensa no próximo trabalho para 2009. “Estamos trabalhando como ‘malucos’ para fazer o DVD do ‘Depois Da Guerra’&#8230; Aguardem, pois vai ser um DVD histórico”, anunciou Duca Tambasco.
Confira a entrevista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-511" src="http://mgassessoria.files.wordpress.com/2009/04/160409trofeutalento-013_36.jpg" alt="" width="655" height="435" /></p>
<p style="text-align:justify;">Menos de 10 dias depois do Prêmio Talento 2009 – em que ganharam nas categorias Banda e Álbum Rock –, o grupo Oficina G3 já pensa no próximo trabalho para 2009. “Estamos trabalhando como ‘malucos’ para fazer o DVD do ‘Depois Da Guerra’&#8230; Aguardem, pois vai ser um DVD histórico”, anunciou Duca Tambasco.</p>
<p><a href="http://www.trofeutalento.com.br/unideia/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=403&amp;sid=6" target="_blank">Confira a entrevista completa</a> que o Duca deu para a jornalista Camilla França, da equipe do Troféu Talento.</p>
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		<title>Entrevista &#8211; Duca Tambasco</title>
		<link>http://mgassessoria.net/2008/11/entrevista-duca-tambasco/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 00:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina G3]]></category>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[
Prestes a lançar o 10º álbum da carreira, “Depois da Guerra”, o baixista do Oficina G3, Duca Tambasco, entrega os principais detalhes da obra, que marca uma série de mudanças importantes para o grupo.

Em termos líricos, sobre o que o CD trata? O nome, “Depois da Guerra”, é forte. Como foi o processo de definição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-166" title="screenshot207" src="http://mgassessoria.files.wordpress.com/2008/11/screenshot207.jpg" alt="" width="401" height="301" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Prestes a lançar o 10º álbum da carreira, “Depois da Guerra”, o baixista do Oficina G3, Duca Tambasco, entrega os principais detalhes da obra, que marca uma série de mudanças importantes para o grupo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Em termos líricos, sobre o que o CD trata? O nome, “Depois da Guerra”, é forte. Como foi o processo de definição das letras?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Duca Tambasco</strong> &#8211; A gente começou a compor esse CD sem pensar num assunto especifico. Porém, tudo foi caminhando para um lado onde nós acabávamos falando sobre essa questão de guerras, em geral, que vivemos. Não é 100% sobre a guerra entre o próprio povo de Deus no que diz respeito a divergências de opinião, que às vezes mais separa do que aproxima os irmãos em cristo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mas, principalmente, de guerras internas nossas, não só entre irmãos, mas da carne contra o espírito, da guerra do dia a dia, de você acordar e encarar a sua rotina e enfrentar isso com a ajuda de Deus. Que às vezes o dia-a-dia, ao invés de parecer uma coisa rotineira, te joga pra baixo, te derruba.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>É um álbum conceitual?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não posso dizer que é conceitual, porque não foi algo pensado, mas acredito Deus direcionou as coisas para que tocássemos nesses assuntos que são cruciais para o bem estar entre os irmãos e nosso crescimento como humanos, pessoas, cristãos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A faixa título fala sobre uma guerra que divide o povo de Deus. Tem uma balada que fala sobre a guerra interna, outra faixa que fala sobre esperança., sobre coisas boas, aproveitar a vida. Tem N assuntos, mas o X da questão é o ser humano. Não ficamos atacando políticos, nem doutrinas, mas damos um foco no ser humano em si, falando sobre todas as coisas. É um grande ponto do CD ter tocado na alma do homem. Pra que, você tocando na alma do homem, quebrando o coração do homem, o resto é conseqüência, o que tentamos falar nas diversas letras desse CD.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Na sonoridade, o que mudou? Como os novos produtores interferiram neste processo?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Gravamos com os caras do Korzus, Marcelo Pompeu e Heros Trench. A  gente já queria uma sonoridade mais pesada, porque tínhamos feito o Elektracustika como um CD de 10 anos depois do primeiro Acústico, então queríamos algo diferente e fizemos ele. Mas ok, passou. Agora era hora de dar continuidade ao que a gente quer que é o rock n roll, um som mais metal, mais rock. Tudo coincidiu pra acontecer da forma que a gente queria. E aí calhou de ter encontrado a produção do Heros e do Pompeu, que conheci através do CD do Threat. Fiquei maravilhado com a sonoridade, o peso, a produção, essa coisa de parecer até uma banda gringa, pela sonoridade, a qualidade. Fomos encontrar com os caras, trocamos idéia, mostramos o que queríamos e começamos a trabalhar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se a gente tinha uma linguagem em 180 graus eles expandiram em 360, pra todos os lados que se possa imaginar: em rock, peso, linguagem, ritmos. E foi muito legal trabalhar com eles. O profissionalismo dos caras tem sido muito bacana.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>A entrada do Mauro Henrique nos vocais foi algo que ninguém esperava. Qual é a história da entrada dele na banda?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Na verdade, foi uma coisa louca (risos). Falando sério, nós (eu, Juninho e o Jean) temos muito zelo pela banda, prezamos muito pela banda que Deus confiou a gente. Sempre tivemos muito medo de colocar um vocal e o cara usar a banda como trampolim, usar o veículo e sair fora, mas as coisas foram acontecendo de forma interessante. Não estávamos procurando um vocalista nem pensando nisso, o CD tava sendo todo composto pro Juninho cantar. Os arranjos eram pra linha vocal dele.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">De repetente pintou o Mauro que foi uma coisa interessante porque o Juninho comentou que o Izabê, ex professor de vocal dele falou que tinha um cara, que veio fazer um teste e reacendeu essa chama, essa idéia. Sabe? Nunca iríamos saber se não tentássemos. Ligamos pra ele no mesmo dia, ele veio pra São Paulo, e começamos a caminhar com ele, levá-lo para alguns shows, passar a ver como ele se saia no palco fazendo uma participação especial.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mas a finalidade principal era conviver com ele, andar com ele, e isso foi tranqüilizando nosso coração. Andar com ele, ver que, é claro que a  gente nunca vai ter certeza até andar 10, 20 anos com o Mauro e ver que o cara é um cara que a  gente não abre, só vou saber isso com o tempo mas nos poucos meses já deu pra ter uma certa confiança. Chegou uma hora em que sentamos, eu, Juninho, Jean, pensamos: daqui pra frente vamos assumir o risco. Oramos muito, oramos com o Mauro, com o pessoal da nossa equipe que são pessoas compromissadas com a gente, com Deus, que estão no nosso barco e tem um zelo pelo ministério. E chegou uma hora que nosso coração ficou tranqüilo. E daqui pra frente ou assumimos isso ou ficamos na dúvida.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não que a voz do Juninho não tivesse boa. Mas chega uma altura de campeonato que você tem que assumir certos riscos. E ele chegou pra somar, porque ele é um super músico, toca baixo e guitarra pra caramba. Não é simplesmente um cara que canta o que pedem e vai embora. Não, ele tem conhecimento, arranja, soma, discute, propõe. Discutimos caminhos pra música, o que facilita muito, porque a comunicação é muito mais fácil. Não é só um cantor, é um músico. Ele sabe falar pra você uma idéia sobre baixo, sabe explicar isso, agregando mesmo. Se o CD já tava ficando bom pelas letras, músicas e produção, ficou ainda melhor com a entrada dele. Cada vez que a gente ouve é uma emoção.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>O álbum conta também com várias pessoas na composição. Como isto aconteceu?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A gente sempre opta. È difícil abrir o leque pra mais pessoas ajudarem na composição, porque, as vezes, quanto mais gente, isso pode atrapalhar e tumultuar em vez de ajudar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Tem uma música do Cris, de Vitória, ele e a banda dele, que tem uma forma de enxergar a música, que é diferente da nossa, e quando eles expuseram a  música, colocamos a nossa cara, nossa interpretação. Pra uma música que não era muito o nosso estilo. Sendo algo a mais pra todo mundo ouvir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Vamos falar a real: em 20 anos de banda, os riscos da fonte esgotar é muito maior do que um grupo de 2 anos. Então é bom que o leque amplie pra outras pessoas, trazendo novas &#8220;roupagens&#8221; nas músicas com outras cabeças. Um amigo nosso, Gabriel Louback, trouxe uma faixa com uma letra muito bonita, mas o estilo não tinha nada a ver com a gente. Se você ouvir a música você não vai acreditar que tinha uma linguagem MPB, e nós transformamos numa balada rock. E a gente foi fuçando nela, e ficou muito legal&#8230;que só ouvindo pra saber. Depois de pronta deu uma sensação de missão cumprida muito legal. O estilo dele é diferente, do Cris de Vitória, do Celsinho (Celso Machado, o guitarrista), tudo isso é diferente, o que acaba dando uma diversificada interessante. E a música do Gabriel fala sobre uma guerra do dia a dia de você com você mesmo, tendo sempre que pedir forças a Deus pra continuar a nossa vida, e ele nem sabia da questão do CD que chamava &#8220;Depois da Guerra&#8221;, e caiu perfeitamente para o que a gente tava querendo. Tenho certeza que isso é o dedo de Deus, montando o quebra-cabeça.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>E a participação mais específica do Celso e a regravação da música do Mauro? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O Celsinho tem uma visão de composição de letra e musical muito diferente, e ele foi dando a vestimenta que ele queria pra música, somando com as nossas idéias, e ficou muito legal. Todo mundo que é músico tem usa linguagem própria, seu próprio jeito de tocar. Eu e Celsinho temos jeitos diferentes e isso acaba dando uma diversidade interessante.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A do Mauro, “I Tried To Change”, nela nós não mexemos muito, porque ela é linda, e seria até um pecado mexer demais no jeito de tocar. Demos uma leve diferença, mexemos pouco em estrutura e a linguagem, com o toque do Oficina.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Gostaria que você falasse um pouco mais sobre a gravação do cover de “People Get Ready”, do Curtis Mayfield, porque é algo que vocês nunca fizeram antes, regravações de outros artistas, além de ser uma faixa clássica.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ela tem uma história muito legal. Quando fomos pra Itália, pra Suíça e Inglaterra (em 2001)&#8230;nós conhecemos um cara que chavama Wally e a gente ficou com ele, era bem prestativo. Era canadense mas morava lá, e ele tava se dispondo a nos ajudar e era músico também. Conversamos sobre N coisas, passamos o dia com ele, enfim. E ele ia tocar, queria tocar uma música. E ele disse que queria tocar essa, “People Get Ready”, que é uma música simples mas com uma letra muito bonita, e essa música aproximou a gente. A comunicação entre nós estava um pouco complicada, pela dificuldade no inglês e a própria diferença de cultura. E quando tocamos a música, ela aproximou muito a gente. É incrível esse poder que a música tem, essa universalidade, e isso marcou todo mundo, foi uma experiência muito bonita.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E anos depois a gente pensou, &#8220;vamos pegar aquela música&#8221;&#8230;e aí fomos criando a coragem. Ela é música cristã, mas ficou eternizada na voz do Rod Stewart, que não é cristão. Mas assumimos também esse risco, que fala da esperança do povo cristão de ir pra terra prometida “que as pessoas estejam prontas pro trem que vai pro Jordão”, e você só precisa ter fé e ir pra terra prometida. É uma letra completamente cristã. Ela é animal e resume a nossa fé.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Essa experiência vai valer, e a gente acreditou e tocamos. Independente de ser pioneirismo, a música te aproxima, superando a dificuldade da língua, que as vezes acaba quando você tem fé em Jesus e a música como veículo pra pensar a nossa fé em Jesus, e levamos isso adiante.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Falando agora sobre o  baixo neste CD, o que você buscou, o que ele traz em termos de som?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Nesse CD eu quis não fugir muito&#8230;eu tento sempre inovar, com novas linhas, mas não posso ser ingrato com o meu jeito de tocar que muita gente vem me falar que se espelha, gosta, e tudo. Porém sempre tenho a intenção de querer fazer melhor, linhas mais interessantes, seja nas frases rápidas ou não. As linhas são bem pesadas, em regiões bem graves, então o cara que ouvir vai sentir as guitarras parecendo um urso te abraçando, porém, parte desse urso é o peso do contrabaixo, nas regiões que procurei tocar de uma forma que envolvesse a guitarra e desse mais peso pra ela.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Na faixa “Muros”, por exemplo, tem uma linguagem meio metafórica, mas ela fala sobre muros de pedra que separam as pessoas, de muros visíveis e invisíveis que separam as pessoas&#8230;fiz umas linhas interessantes. To ouvindo umas coisas novas que foram sugestões do Mauro..Mudvayne, e eu nunca tinha ouvido. Ele me mostrou, e o baixista é um monstro, muito inteligente. Consegui agregar algumas idéias ao meu jeito de tocar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Na faixa título eu fiz uma linha bem encaminhada na introdução, que acho que vale a pena ressaltar. Meu irmão (Déio Tambasco) também compôs, tem a participação dele em “Meus Próprios Meios”, que é uma das mais pesadas do CD, tendo uma cavalgada de guitarra nervosa. Usei até palheta, tem um two-hands bem legal e um solo também. Tá bem trabalhado, talvez o mais da história da banda. Não consigo fazer coisas simples, você se acostuma a fazer coisas complicadas, tá no sangue&#8230;você acaba complicando, deixando mais complexa. E esse CD tem bastante coisa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Como foi trabalhar com o pessoal do estúdio, Na Cena, que representou uma mudança de ambiente para vocês?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Eles nos ajudaram muito. O Hebert e Marcos, que são os donos, o Zeca, técnico e o Rafa e o Vitor que são auxiliares técnicos. Eles estiveram envolvidos no projeto de uma forma que parece que a banda é deles, e isso é uma coisa que eu fico muito admirado e grato. Porque tem várias coisas q eles não precisavam fazer, mas os caras se desdobraram. Em pouco tempo de convívio criamos uma amizade muito grande, que agrega muito.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>Com todas estas mudanças&#8230;qual a expectativa para a turnê? Como a banda está encarando ela?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sinceramente, tenho a sensação de que será a melhor turnê do Oficina G3, na história. E não é a toa. Muita gente não entendeu a proposta do Elektracustika, que era uma fase, um momento, como se de 10 em 10 anos fossemos fazer algo diferente. E muita gente achou que tivéssemos mudado o estilo, e muita gente ficou até decepcionada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Acho que esse é o momento, de juntar todas essas expectativas, e creio que será um boom grande. De que será o melhor momento da banda. É um show muito intenso, pesado, que vai deixar todo mundo pular, bangear&#8230;e com muito evangelismo também, sem dúvida. O rock é veículo pra falar de Deus, sempre, seja mais pesado ou mais leve, isso tá muito presente no DNA da banda.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Tenho a sensação de vai ser um divisor de águas na nossa vida. Sem contar o Mauro, eu acredito também que isso vai impulsionar muito. Estamos arriscando e acreditando bastante nisso. Estamos querendo, trabalhando e acreditando sempre no melhor, e as expectativas e sensações pra esse CD são as mais altas possíveis. Muita gente critica, mas não mexe uma palha pra falar de Deus pra ninguém. Estamos confiantes que tudo vai valer a pena.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">Site Oficial: <a href="http://www.oficinag3.com.br/">www.oficinag3.com.br</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">MySpace: <a href="http://www.myspace.com/oficinag3">www.myspace.com/oficinag3</a></p>
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